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Estamos Sozinhos?

Paranormal | Extraterrestres | Religião | Conspiração

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02.Jun.18

Fazendas Assombradas no Brasil

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Há histórias do paranormal que merecem ser contadas. Hoje, é um exemplo disso, a história que envolve uma experiência paranormal da Maria (nome fictício).

Numa aldeia do interior do Brasil, no estado de Belo Horizonte, há uma fazenda que, como muitas outras, envolve histórias de fantasmas e aparições de escravos que foram mortos durante o tempo da escravatura. Essa fazenda é conhecida como sendo assombrada pelos seus antigos escravos e, os trabalhadores atuais, juram a pés juntos que já viram a pelo menos uma aparição de vultos por entre as folhagens, quer de dia, quer de noite.

Contam que aquelas terras possuem alguns bens preciosos escondidos e que os espíritos que lá estão guardam esses mesmos bens. Mas, também há os espíritos vingativos que ficaram presos a este mundo, devido à morte prematura e violenta que tiveram.

Os mais antigos que conhecem aquelas terras como a palma da mão, juram que ali deambulam as almas de adultos e crianças e que tendo a oportunidade vingam-se nos vivos que ali caminham, julgando se tratar de fazendeiros que escravizam o seu povo.

Tratam-se de espíritos que ficaram presos a este mundo, porque, procuram justiça para as suas mortes e, ou, ainda não perceberam que já morreram, segundo alguns parapsicólogos e médiuns que investigaram aquela região.

O relato da Maria é a prova disso mesmo, que não resultou em morte por muito pouco.

Um dia, Maria caminhava com a sua irmã pela fazenda, nas zonas mais afastadas das habitações. Quando ambas avistaram o que parecia ser um vulto de uma pessoa vestida de branco por de baixo de umas árvores.

A irmã de Maria, mais crente sobre o mundo dos espíritos, de imediato associou a sua visão a um espírito. Maria, porém, mais cautelosa sobre o que via, questionou sobre o que via, não descartando se tratar de um espírito.

Para ter certeza do que via, usou o seu smartphone para aumentar a zona onde o espírito se encontrava. Ao observarem a imagem, a irmã de imediato proferiu o nome de Deus e fez uma reza de proteção divina. Já Maria, apesar de mais convencida, quis ter a certeza absoluta de que se tratava de uma entidade espiritual e decidiu ir até ao local.

Com seria de espera, ao chegarem ao local, apenas encontraram troncos e árvores. Achando que se tratava apenas de uma ilusão dos seus olhos, sentaram-se debaixo de uma das árvores para se hidratarem e descansarem um bocado.

Conversaram sobre o que viram. A irmã de Maria, falava com alguma reverência, temendo que algum a pudesse atacar. Maria, por sua vez, desacreditou em tudo o que se dizia sobre a fazenda e que não passavam de velhas histórias para assustar as crianças, de forma a não se afastarem muito e se perderem ou serem atacadas por animais selvagens.

Ao pousar a sua garrafa de água, Maria sentiu uma picada na sua mão. Pensa se ter tratado de um inseto, levou a sua mão direita sobre a mão esquerda para a coçar. Quando retirou a sua mão, viu esta cheia de sangue e um buraco enorme na sua mão.

As duas ao verem a mão, olharam para ver do que teria feito aquilo. Ao olharem para trás, viram uma cascavel a afastar-se delas e a esconder-se num dos buracos das raízes das árvores.

Maria, foi levada de urgência ao hospital e por pouco não teve a sua mão amputada, por causa do veneno que corria nas suas veias em doses maiores do que o habitual de uma mordida de uma cascavel.

Quando ela olha para o que se passou, mostra um novo respeito pelo mundo dos espíritos. Não seria de admirar outra coisa com o que ela passou.

Ainda assim fica aqui a questão no ar: será que foi mesmo um dos espíritos que habita aquela fazenda que quis dar uma lição a Maria pela sua falta de fé; ou será que não se tratou de uma coincidência tudo aquilo que ocorreu naquele dia? A resposta só pode ser dada pela fé de cada um.

Pelo sim, pelo não, recomenda-se cautela e respeito por tudo aquilo que envolve o desconhecido e o mundo dos espíritos.