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Estamos Sozinhos?

Este é o meu blogue onde procuro dar a conhecer histórias relacionadas com o paranormal e conspirações. Uma espécie de X-files pessoal que agora partilho com o mundo. Espero que gostem e comentem sempre que queiram.

Histórias da minha vida | No tempo em que ia às igrejas | A possessão demoníaca (parte 4)

por Morningstar, em 27.01.18

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 As possessões demónicas são um dos pontos fortes que mais atraem as pessoas para essas igrejas, seja pela curiosidade ou por acharem que estão possuídas.

Quando se está la dentro, a lavagem cerebral começa sempre em fazer a pessoa acreditar que é vitima de algo maligno e, ou, que está a ser vítima de opressão demoníaca. Nunca se diz à pessoa que está possuída, mas, revela-se à pessoa que há demónios a agir na vida. Eu apercebi-me que quando se diz a uma pessoa que está possuída, ela tem a tendência de ir embora com medo ou achar que estão loucos.

Então como se diz à pessoa que está possuída? Não se diz! Leva-se a pessoa a acreditar. É lhe apresentado sintomas de possessão, como viver com medo, ouvir vozes e ver vultos, dores de cabeça constantes, doenças que os médicos não descobrem as causas, insónia, nervosismo, vícios, desejo de suicídio, depressão e outras coisas que podem ser usadas para o efeito.

 

Histórias da minha vida - No tempo em que eu ia às igrejas - parte 3 (Consulta Espiritual Grátis)

por Morningstar, em 25.01.18

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 Hoje quer falar da melhor tática usada por essas igrejas e que para mim é a melhor forma de marketing que já vi a ser usada por elas. Esqueça as promessas de cura ou de vida melhor, que apesar de arrastar milhares de pessoas, nenhuma arrastou tanta com esta.

E isto é verdade, eu presenciei num dessas igrejas que na presença de um líder os cultos davam cerca de 200 pessoas e quando outro veio e aplicou esse esquema, subiu para mais de 400 só num dos cultos, fora as restantes que vinham durante o dia e a tarde.

Estou a falar das “Consultas Espirituais Grátis”. Sim, na igreja faziam consultas espirituais grátis. E era um esquema tão bem elaborado que mesmo os mais céticos acabam por acreditar. Como funcionava?

 

Histórias da minha vida - No tempo em que eu ia às igrejas - parte 2 (Unção com Azeite)

por Morningstar, em 20.01.18

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Em continuação do que estava a escrever ontem, sobre a minha passagem por várias igrejas, vou falar sobre as “unções” com óleo, ou azeite.

São usadas para quase tudo. Desde para curar doenças até consagrar os dizimistas. Falando sobre cada uma em específico.

 

 

Histórias da minha vida - No tempo em que eu ia às igrejas - parte 1

por Morningstar, em 19.01.18

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Referi em alguns textos anteriores que a minha mãe nuca foi uma pessoa de religião fixa, sempre saltou de galho para galho. Isso fez com que eu ficasse a conhecer um pouco melhor cada uma delas. As religiões a que me refiro são todas aquelas que giram em torno do cristianismo e do esoterismo.

Em todas em que passamos, ouvi a falar sempre de uma situação delicada em casa, ou no trabalho, etc. Na altura que era mais novo e não pensava muito bem nas coisas, por falta de conhecimento, engolia tudo aquilo que diziam, tal como a minha mãe. Hoje, qualquer das situações que são reportadas, temos consciência que fazem parte do nosso dia-a-dia e que resolvem-se indo aos respetivos lugares de resolução e não com uma ida à igreja, ou à bruxa.

 

Histórias da minha Vida - A Minha Vizinha era uma Bruxa!

por Morningstar, em 17.01.18

witch-155291_1280.pngHá uns anos atrás viva numa rua em que a grande parte das pessoas que lá vivia era reformada ou caminhava para tal. Contava-se por uma mão o número de pessoas que estava numa facha etária inferior aos 40 anos.

Nessa rua viva uma senhora, que segundo as línguas lá contam, era bruxa. Sim, de acordo à imprensa cor de rosa do bairro, aquela senhora praticava magia dentro de casa.

As únicas pessoas que conhecia naquele bairro eram os meus sogros, por isso, a grande parte da informação chegava-me através deles, através dos mexericos de quintal.

 

 

 

 

 

Histórias da minha vida - Tinha muitos pesadelos, estava a ser vitima de algo sobrenatural ou de programação mental?

por Morningstar, em 16.01.18

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Durante a minha infância sei que sonhava muito, na maioria das vezes eram pesadelos. Não tinha por hábito ver filmes de terror ou algo do género, e, também, não sei dizer o motivo que me levava a sonhar daquela forma.

Mesmo não me lembrando muitos dos sonhos, alguns pesadelos ainda estão na minha memória, como, o mostro o poço – que era o medo que me metiam para eu não ser tentado a espreitar o poço que havia no quintal do meu avô – em que, uma vez, foi uma espécie de polvo com patas de elefante e, outra, uma avestruz (aqui pode ter existido influência de algum documentário sobre animais, os quais gostava de ver).

Outro dos pesadelos que ainda me lembro era relacionado com o Star Wars. Sim, eu sonhei que estava a ser morto pelo Darth Vader. Ainda me lembro de acordar com uma sensação de estar a ser cortado nas costas pelo sabre luz.

Pelo caminho houve outros sonhos relacionados com animais e medos.

Os que eu quero realmente falar eram de uns em específico, que não me lembro, mas, a minha mãe lembra-se perfeitamente. Ela lembra-se, porque, para além de eu lhe contar o pesadelo, também acordava com altas febres e transpirado. Ou seja, acordava com alguns sintomas físicos que indicavam doença, mas, que observado pelo pediatra, estava perfeitamente saudável.

Historias da minha Vida - Será que quando era criança tinha super poderes paranormais?

por Morningstar, em 15.01.18

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Confesso que sou uma espécie de nerd por assuntos paranormais. Isso devesse a vários fatores que ocorreram na minha vida, desde a histórias que contavam de coisas que me aconteciam até aos programas de TV que gostava de assistir, como é o caso dos X-Files.

Talvez haja a influência da história da minha família, tal como contei num dos textos anteriores, em que eram conhecidos na aldeia por terem um pacto com o diabo. Ouvi a minha mãe e avó a contar a história e mais tarde alguns aldeões e outros membros da família (link para o texto https://goo.gl/UZULrN)

Há muita coisa da minha infância que não me recordo. Refiro-me a idades compreendidas até aos 4 anos. Tenho alguns flash de memórias de algumas coisas, mas, nada por inteiro.

E quando era um pouco mais velho, na altura do secundário, ou a caminha para lá, ouvi a minha mãe e a minha avó a contar muitas histórias que aconteceram comigo. Tenho de referir que tanto uma como outra eram muito ligadas á crença. E quando abordo crença, abordo a sua fé entre o cristianismo – porque, tanto foram católicas como evangélicas – e o esoterismo – consulta de tarot, videntes e outras pessoas ligadas ao assunto.

Uma das histórias que hoje quero contar, é de um período em que eu estava a aprender a caminhar. Estava a dar os primeiros passos e pelo que contam foi desde logo muito cedo, sem ter 1 ano completo.

Histórias da minha vida - A minha família tinha pacto com o diabo?

por Morningstar, em 14.01.18

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Ontem falei da minha experiencia paranormal em que envolvia os meus avós num sonho bastante “real”, por assim dizer (o link do texto: https://goo.gl/EoAefB).

Hoje, quero vos falar um pouco da minha família, mais propriamente da minha avó materna que era considerada na aldeia dela uma bruxa que estava envolvida com forças demoníacas.

Apesar de grande parte das pessoas que a conhecia já ter falecido, ainda tive o prazer de poder falar com algumas e contar-me um pouco deste misticismo envolto com a minha bisavó.

Segundo o que me contaram, e a crendice popular, ela tinha pacto com o diabo, que lhe conferia todos aqueles poderes. Fiquei um pouco curioso com que poderes é que estariam a falar. Explicaram-me que ela tinha a capacidade de se poder transformar em animais e que uma noite, quando dois homens que seguiam o seu rumo a casa depois de um dia no campo, encontraram a sua porta de casa aberta. Estranhando, aproximaram-se para ver se estava tudo bem. No interior estava tudo escuro.

Histórias da minha vida - O dia em que sonhei com os meus falecidos avós

por Morningstar, em 13.01.18

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A história que hoje vou partilhar convosco é pessoal, ou seja, passou-se comigo.

Há uns anos atrás sonhei de uma forma diferente. Eu nunca fui de me recordar dos meus sonhos. Raramente me lembro de um sonho quando acordo e quando isso acontece esqueço-me passados 5 minutos. Só que desta vez foi diferente.

Eu sonhei que estava numa espécie de catedral. Não podia identificar a estrutura como uma catedral, mas, pelos vitrais e espaço, dava a entender que era uma catedral. E lá surgiu os meus avô e avó maternos, que me criaram basicamente desde pequeno, quando os meus pais estavam a trabalhar. Eles sempre foram muito apegados a mim, apesar de terem mais netos.

Nesse sonho o meu avô e avó vinham preocupados até mim, para saber se estava tudo bem. Eu passava por uma grande lutar em todas as áreas da minha vida e estava a entrar numa depressão muito severa.

Não houve muitas trocas de palavras, mas, houve uma altura em que eu disse que agora sabia que ia ficar tudo bem e que não se preocupassem. Ambos entraram em uma porta, com se fosse de arrumação e desapareceram do sonho. Ainda abri a porta para ver se os via ou se via alguma coisa, mas, não vi nada.

Quando acordei do sonho, senti que a partir daquele momento a minha vida iria mudar, e mudou. Não foi da noite para o dia, mas, mudou.

Aquilo que eu quero contar com esta história é que acredito que há força sobrenaturais que operam no mundo físico, quer para o bem, quer para o mal, e que estamos sujeitos a todas elas todos os dias.

Neste meu caso, tive a força dos meus avós para me dar animo para lutar. Mas, poderia ter tido forças negativas para me enviar mais para baixo.

Para mim, é uma prova de que há o outro lado do mundo físico. Podemos chamá-lo de espiritual, de outra dimensão ou outro plano, o que que seja, mas, que existe, existe.

Podem dizer que não passou do meu subconsciente a processar informação positiva e usou a imagem dos meus avós para a fazer chegar até mim. Sim, poderia ter sido essa a situação, mas, não se tratou do caso. Como se trata de um mundo à parte, não dá para explicar tudo aquilo que representou para mim e que senti, mas, dá para garantir que não se tratou do subconsciente a trabalhar, principalmente quando se está numa depressão, em que não se muda de atitude do dia para a noite.

A forma como o cérebro trabalha ainda é incompreensível, mas, acredito que se trata de um mecanismo que temos e que pode nos colocar em contato com o mundo físico e espiritual. Só não o conseguimos fazer, porque andamos demasiado ocupados com as coisas materiais para prestar atenção ao espiritual.

Nunca mais tive nenhuma manifestação sobrenatural desta forma, que me lembre, mas, sei que há forças do bem a torcer por mim e a ajudar-me no que precisar.