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Estamos Sozinhos?

Este é o meu blogue onde procuro dar a conhecer histórias relacionadas com o paranormal e conspirações. Uma espécie de X-files pessoal que agora partilho com o mundo. Espero que gostem e comentem sempre que queiram.

Sobre os Terráqueos sem Terra de Ana Bacalhau

por Morningstar, em 16.01.18

Lia a revista Magazine Notícias e prestei bastante atenção ao artigo de opinião da Ana Bacalhau, intitulado Terráqueos sem Terra.

Com devem calcular, o título chamou-me bastante a atenção, pela forte suspeita de que poderia estar a falar de algo relacionado com extraterrestres ou OVNIs. Mas, não é bem assim.

Apesar de referenciar a vida extraterrestres e a sua crença nela, o objetivo não é de todo uma abordagem ao tema. Ele serve apenas de ilustração e de ironia a um problema sério que se passa no nosso planeta, que para quem não sabe é a Terra (ou como era conhecido pela sitcom america “O 3º calhau a contar do Sol”).

Ana Bacalhau inteligentemente compara-nos a uma espécie invasora que procura findar os recursos do planeta e partir para outro em busca desses mesmos recursos uma vez findados.

 

O fato de não sabermos gerir os recursos que temos e comportarmo-nos como extraterrestres, leva a cantora a indagar se realmente sabemos viver em comunhão com o nosso Planeta – e único no Universo até agora, apesar das descobertas de planetas similares.

Não poderia concordar mais com ela. A julgar pelas notícias que temos observado nos últimos tempos, de investimentos em desenvolvimento e de milhões gastos em busca de OVNIs, mostram claramente que não estamos a dar a devida importância à Terra.

De forma inteligente, argumenta com o paradoxo de nos queremos proteger de invasores e não no preocuparmos com o habitante. Perdemos mais tempo há procura de planetas onde possamos viver do que saber viver no nosso próprio planeta.

Quem ler este texto poderá afirmar que Ana é contra este tipo de envolvimento científico e que todas as pessoas que se envolvem nele são tolas. Não entendi isso! Aquilo que entendo é que há uma preocupação em alertar para perdermos menos tempo com questões externas à nossa existência do que propriamente internas. Há sim, uma indignação e revolta contra o desequilíbrio na balança quando toca a pesar exploração espacial e proteção ambiental.

Devemos continuar a explorar essas fronteiras espaciais? Sim, claro, o nosso planeta é finito e que um dia deixaram de ter condições para a vida, devido a fatores existentes no Universo, mas, isso não quer dizer que sejamos nós a findá-lo. Há que encontrar o equilíbrio fundamental para garantir a preservação do planeta e da espécie.