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Estamos Sozinhos?

Este é o meu blogue onde procuro dar a conhecer histórias relacionadas com o paranormal e conspirações. Uma espécie de X-files pessoal que agora partilho com o mundo. Espero que gostem e comentem sempre que queiram.

Possessões: uma reflexão pessoal

por Morningstar, em 27.10.16

Desde a exibição do filme do Exorcista, as estórias e vídeos sobre possessão demoníaca têm proliferado pela internet de uma maneira bastante assustadora. E digo assustadora, porque, em grande maioria dos casos as ditas possessões são de origem neurológica, doenças de forro mental.

Vários casos ao longo da história da medicina e da religião têm surgido e aberto o debate especulativo para se concluir se é uma pessoa possuída ou doente mental. Graças a Deus a evolução médica neste campo, tem vindo a atuar de forma eficaz e a provar que a maioria dos casos são problemas mentais das pessoas em causa e a religião tem sido bastante atenta a essa evolução, não considerando qualquer caso como possessão.

Ainda assim, há casos em que a medicina não consegue atuar nem explicar, acabando por comprovar, de certa forma, a existência de forças sobrenaturais que podem se apossar do corpo de indivíduos e manipular da forma que bem entenderem.

No entanto, até que ponto podemos limitar a essas manifestações aos conhecimentos atuais tanto médicos como sobrenaturais? O cérebro humano é um campo que ainda está muito longe de ser compreendido na totalidade, assim como o sobrenatural, também, está muito incógnito ao pensamento e conhecimento humano.

Lembro-me de uma citação de um pastor evangélico americano que referia que Hitler era o resultado do que todos os seres humanos têm potencial para ser. E eu questiono, se o estado de Hitler era uma potencialidade humana, até onde a verdadeira potencialidade do ser humano pode chegar? As referencias a pessoas com capacidades paranormais são do conhecimento científico que até aos dias de hoje não conseguiu explicar, ou não o tornou publico.

Com isso, levanto uma outra questão essencial: serão as possessões um estado avançado do ser humano, numa fase fora de controlo da própria pessoa, levando a uma autodestruição? Isso poderia explicar o porquê de pessoas com um alto envolvimento dentro de algumas religiões conseguem passar por esse suposto estado evolutivo. Inicialmente são libertas do poder do inferno e evoluem para um estado de santidade em que podem executar milagres consoante o seu “grau de envolvimento com o divino”.

Mas qual a resposta correta para compreender estes casos de possessão? Será a resposta religiosa, a científica, ou estaremos à espera de que o futuro nos traga a resposta para esta e outras questões que não conseguimos responder agora? Seja como for, as estórias são cada vez mais e proliferam pela internet como um show, colocando de lado o respeito necessário para a abordagem ao assunto.

Vídeos de crianças com distúrbios psicológicos são lançados nas redes sociais sem o menor respeito para com elas, considerando-as possuídas. Olhado para este ponto, pergunto-me se é a possessão um estado reservado a determinadas pessoas, independentemente de ser assunto médico ou religioso, ou um problema da sociedade que cada vez mais é possuída pela falta de ética, moral e consciência sobre os seus atos. Será a liberdade que tanto almejamos o nosso calcanhar de Aquiles, que em vez de nos tornar melhores pessoas tem criado um fosso abismal entre seres humanos, tornando-nos apenas seres e sepultando o humano que há em nós e que nos deveria interligar enquanto espécie?

Sinceramente não sei. Penso que é mais fácil atribuir culpas ao diabo ou justificar como doença mental, do que assumir as culpas próprias dos nossos atos para como aqueles que nos rodeiam, um efeito borboleta que atua na nossa sociedade de forma descontrolada e que não dá sinais de melhoras.

Estamos Sozinhos?

por Morningstar, em 19.08.16

29155029353104.jpgAcho que uma das questões que atravessa de forma intemporal a civilização é se de fato estamos sozinhos. Seja pela presença de outras formas de vida, seja pela presença de outro seres ou de múltiplas dimensões, eu acredito que um dia, todos, já colocaram essa questão, mesmo que não a tenham partilhado com outras pessoas.

Assim, decidi criar este blogue para escrever sobre um dos meus temas preferidos: o paranormal; dando-lhe exatamente o nome dessa questão: Estamos Sozinhos?

Desde criança, influenciado pelas crenças da minha família, houve sempre uma tendência para acreditar em coisas inexplicáveis da religião. Isso abriu a minha mente para acreditar em determinadas coisas, mas, ao mesmo tempo, abria também para as questionar e procurar motivos para acreditar ou rejeitar.

Sem dúvida, como na maioria das pessoas em Portugal e pelo resto do mundo, a série ficcional - ou não para alguns - abriu mais o apetite por estas coisas sobre a paranormalidade. Os estranhos casos inexplicáveis investigados pelos agentes do FBI Fox Mulder e Dana Schully, trouxeram à tona o que de mais curiosidade cada pessoa tem sobre fatos que não se conseguem explicar pelo conhecimento que adquirimos. Claro que muitas coisas consideradas de outro mundo, já apresentam uma possível explicação. Mas, qual das explicações representa a verdade: a explicação cientifica ou o fantástico do inexplicável?

Então, durante todos os anos em que tive a oportunidade, resolvi explorar um pouco mais sobre tudo o que gira em torno da paranormal. Podemos dizer que se trata de um hobbie que me ocupa nos tempos livre. Quando não há mesmo nada para fazer, debruço-me sobre assuntos que mais parecem sair de um filme de ficção científica do que passam ser temas da vida real.

Estudar ou investigar o paranormal é um tema comum para ser abordado, da mesma forma que se investiga ciências matemáticas, política, medicina, etc. Claro que cada um tem o seu grau de importância social, mas, todos são necessários na sociedade. Nem se podem comparar, porque não dá para comparar os avanços no campo da saúde com as descobertas de evidências de vida fora, tal como a conhecemos, fora do planeta terra. Podem vir a ser futuramente ligadas para mais avanços, mas, para já ainda não são.

Espero que possam gostar de alguns temas que aqui irei abordar e que possam ser esclarecedores ou suscitar uma discussão proveitosa.